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Nº 100/2010 - São Paulo, 1/7/2010   

 

Um estudo científico norte-americano alerta que o aumento súbito no uso de ecobags (sacolas reutilizáveis), sem uma campanha de educação que explique como evitar sua contaminação, pode trazer riscos para a saúde pública.

A informação foi publicada na edição de hoje (1/7/2010) na Folha de S. Paulo. De acordo com a reportagem, metade das 84 ecobags analisadas, colhidas nas cidades de Tucson, Los Angeles e São Francisco, tinham a bactéria E. coli, sendo que 97% das pessoas pesquisadas nunca lavaram as sacolas.

Um dos autores do estudo, o professor Charles Gerba, da Universidade do Arizona, comenta que "os consumidores não estão a par dos riscos e da necessidade de higienizar as sacolas toda semana". Segundo ele, uma limpeza bem feita poderia matar quase todas as bactérias.

Para o presidente da Plastivida, Francisco de Assis Esmeraldo, a notícia é oportuna, porque reforça a necessidade de higienização das ecobags. “A sacola retornável de plástico é uma das opções preconizadas pelo Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas. E nada melhor que uma ecobag de plástico, por ser fácil de higienizar – basta passar um pano com água e sabão –, diferentemente das ecobags de outros materiais que requerem grande quantidade de água e produtos de limpeza para sua completa higienização.”

O presidente da Plastivida também lembra outras qualidades das ecobags de plástico: “Impermeáveis, protegem os produtos transportados, além de serem econômicas, duráveis, resistentes, práticas, elegantes e 100% recicláveis.”

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